No Dia Mundial de Combate ao Analfabetismo, pesquisa mostra que somente 23% da população conseguem compreender informações a partir de mapas, tabelas e gráficos.
O Instituto Paulo Montenegro, braço social do IBOPE, lança no Dia Mundial de Combate ao Analfabestimo, os resultados da quarta edição do Inaf (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional) que, assim como a pesquisa em 2002, focaliza as habilidades matemáticas da população.
Uma das principais constatações do levantamento: 2% da população brasileira encontram-se em situação de analfabetismo matemático, ou seja, não dominam habilidades simples como ler o preço de produtos numa loja, anotar o número de um telefone que lhe foi ditado, contar dinheiro, calcular troco ou até mesmo consultar um calendário.
Os estudos também apontam que apenas 23% da população jovem e adulta brasileira são capazes de resolver um problema que envolva a execução de uma série de operações. Só essa parcela é capaz de solucionar problemas que envolvam cálculo proporcional. E, o que é mais preocupante, apenas nesse grupo encontram-se pessoas que demonstram certa familiaridade com representações gráficas como mapas, tabelas e gráficos.
Realizada anualmente pela equipe do IBOPE, a pesquisa Inaf é fruto de uma parceria do Instituto Paulo Montenegro com a ONG Ação Educativa, e visa contribuir para que a sociedade possa compreender e dimensionar os problemas da educação brasileira, de modo a fomentar o debate público e orientar a formulação, a implementação e a avaliação de políticas educacionais e propostas pedagógicas.
O IBOPE utilizou uma amostra nacional com 2000 pessoas de 15 a 64 anos alcançando as mais diferentes regiões do País, em termos de localização geográfica, condições de urbanização, níveis socioculturais, econômicos, de escolaridade, considerando ainda o perfil de distribuição étnica e de gênero da população brasileira.
Participaram da coletiva da imprensa: Vera Masagão, coordenadora de programas da Ação Educativa; Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca, consultora do 4º Inaf e professora da UFMG; e Sílvia Cervellini, do IBOPE Opinião Pública e Política.
Conheça mais sobre o Inaf Matemática – 2004:
Versão integral do relatório em formato PDF para download - pode ser acessado clicando aqui.
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Instituto Paulo Montenegro divulga IV Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional – Habilidades Matemáticas
No Dia Mundial de Combate ao Analfabetismo, pesquisa mostra que somente 23% da população conseguem compreender informações a partir de mapas, tabelas e gráficos.
O Instituto Paulo Montenegro, braço social do IBOPE, lança no Dia Mundial de Combate ao Analfabestimo, os resultados da quarta edição do Inaf (Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional) que, assim como a pesquisa em 2002, focaliza as habilidades matemáticas da população.
Uma das principais constatações do levantamento: 2% da população brasileira encontram-se em situação de analfabetismo matemático, ou seja, não dominam habilidades simples como ler o preço de produtos numa loja, anotar o número de um telefone que lhe foi ditado, contar dinheiro, calcular troco ou até mesmo consultar um calendário.
Os estudos também apontam que apenas 23% da população jovem e adulta brasileira são capazes de resolver um problema que envolva a execução de uma série de operações. Só essa parcela é capaz de solucionar problemas que envolvam cálculo proporcional. E, o que é mais preocupante, apenas nesse grupo encontram-se pessoas que demonstram certa familiaridade com representações gráficas como mapas, tabelas e gráficos.
Realizada anualmente pela equipe do IBOPE, a pesquisa Inaf é fruto de uma parceria do Instituto Paulo Montenegro com a ONG Ação Educativa, e visa contribuir para que a sociedade possa compreender e dimensionar os problemas da educação brasileira, de modo a fomentar o debate público e orientar a formulação, a implementação e a avaliação de políticas educacionais e propostas pedagógicas.
O IBOPE utilizou uma amostra nacional com 2000 pessoas de 15 a 64 anos alcançando as mais diferentes regiões do País, em termos de localização geográfica, condições de urbanização, níveis socioculturais, econômicos, de escolaridade, considerando ainda o perfil de distribuição étnica e de gênero da população brasileira.
Participaram da coletiva da imprensa: Vera Masagão, coordenadora de programas da Ação Educativa; Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca, consultora do 4º Inaf e professora da UFMG; e Sílvia Cervellini, do IBOPE Opinião Pública e Política.
Conheça mais sobre o Inaf Matemática – 2004:
Versão integral do relatório em formato PDF para download - pode ser acessado clicando aqui.
Obs: Você precisará do software Adobe Acrobat Reader para visualizar o arquivo. Se você não dispõe deste software, clique aqui e faça o download gratuito.
Instituto Hoje
Instituto Paulo Montenegro e IBOPE fazem parte da publicação Estudos e Pesquisas Educacionais